sábado, 29 de março de 2008

Reviews


Blonde and Blonder
Comédia: Duas loiras não sabem o que querem e nem o que fazem da vida. Só o fato de serem desprovidas de qualquer tipo de inteligência. São confundidas com uma assassina profissional e então contratadas para apagar um magnata dono de um cassino hotel. O filme ridiculariza demais com a inteligência das loiras, começa hilariante, mas é um péssimo filme!
Nota: 1,9

quinta-feira, 27 de março de 2008

E mais uma vez a China

Há uns três posts atrás, eu disse que no meu ponto de vista, a China estava fadada a ser o eterno país em desenvolvimento. Ainda no domingo a Mirian Leitão disse em seu blog (e em sua coluna no Globo) que não só o Brasil ou a China tem problemas com crescimento, mas todos os países do BRIC (so called "em desenvolvimento") enfrentam diversos gargalos que dificultam o desenvolvimento propriamente dito.

Em sua coluna de domingo, enfatizou que tanto a Índia como a China, tem ainda grandes problemas a resolver. A Índia com seu Estado superpopuloso e ineficiente, carece de reformas tanto quanto o Brasil de caráter mais que emergencial. O problema da China é com seu modelo de sustentabilidade ambiental, tão em vogue nos últimos tempos -- mas não sem motivos, a bem da verdade. Com o upgrade de indústrias leves para indústrias pesadas, a quantidade de siderúrgicas no país aumentou e com elas, a poluição e a chuva ácida. Estima-se que cerca de 400 mil chineses morrem por ano vítimas da poluição, um número bastante assustador.

Enquanto isso o Brasil -- em se abstraindo fatores como burocracia, corrupção, politicos e afins --, precisa urgentemente de uma política industrial eficiente que fomente o tão almeijado desenvolvimento técnico-científico e incentive investimentos em P&D, e a Rússia, bom, a Rússia já é um problema per se.

Dessa forma, os países então considerados do futuro estão ficando cada vez mais do futuro, e isso, diferentemente da gíria "bressânica", não é coisa boa.

| Link para o post da Mirian Leitão aqui.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Final do BBB e suas Peripécias

Ontem assistimos a mais uma final do fabuloso Big Brother Brasil. Esta foi a 8ª edição e este post não tem o objetivo de fazer referência nem ao ganhador (“o pré destinado a substituir o substituto do escolhido”) desta edição nem ao das 7 edições anteriores. Muito menos citar algum dos mais de 100 participantes do programa, uma vez que conhecemos a todos e nos lembramos de cada um dele.

Estou aqui para expor alguns dos acontecimentos que me chamaram atenção. Começamos pelo número de votos. 65 milhões (até o início do programa), que se feita uma análise comparativa ao tempo destinado as votações teremos:
2 dias, cada dia possui 24 horas, para cada hora 60 minutos e para cada minuto temos 60 segundos, logo 2x24x60x60 obtivemos um tempo de 172800 segundos. Dividindo os 65 milhões por 172800 chega-se ao significativo número de 376 votos por SEGUNDO. Tem mais, durante o programa – em torno de 1 hora (3600 segundos) – Pedro Bial teria dito que a votação ficaria pouco acima do recordista 75 milhões. Conclui-se que 10 milhões em 3600 segundos chegaria a um índice cético de 2778 VOTOS POR SEGUNDO, tentem imaginar esse indicador, mas só imaginar, porque é balela!

Mas chega de números. Meu alvo agora atende pelo nome de Pedro Bial. Suas gafes do tipo, interromper o show da banda no início do segundo bloco, ou a microfonia (está certo, esta não é culpa do apresentador, é detalhe técnico) ocasionada entre a casa e o estúdio ou até mesmo a deixa: “a competição está praticamente empatada, a diferença é de décimos de segundo”, logo após retificado por “votos”.

Está bem! Está bem. Não estou aqui para crucificá-lo, erros acontecem e principalmente em um programa ao vivo. Bem ao contrário, costumo elogiá-lo por suas belas obras como redator e por sua naturalidade como interlocutor do programa, apesar de considerar um desperdício intelectual tê-lo como âncora de um programa como o Big Brother, mas mudá-lo agora seria suicídio para a globinho.

Dou minha deixa afirmando que, com certeza, a melhor atração que ocorreu no programa de ontem a noite não foi a voz caricatural do Big Fone anunciando que “faltam 312 dias para o Big Brother Brasil 9”, o que é um fato entristecedor, mas sim o show da “maior roqueira do período pós-bolivariano Pitty”.

terça-feira, 25 de março de 2008

Dia da água é 22 de março

Dia 22 de março foi o dia da água, e em vez de publicar toda balela que diz respeito e mais o cronograma nacional e internacional de atividades que se realizaram durante este dia preferi relembrar minha promessa de posts anteriores.

As historias da água [violinos please] como eu tinha dito, são relatos próprios dos acontecimentos que me saltaram aos olhos nessa vidinha pacata de observador. Imaginem um sítio [leia-se pequena propriedade rural] pra lá de mal cuidado por uma família de italianos. Com vizinhos mais italianos ainda. É a configuração do desastre ambiental.

Não deu outra, os dois córregos que ali existiam secaram, eram bem pequenos é verdade, mas hoje não existem mais. Não pesquisei a fundo essa historia, mas desconfio que suas nascentes tenham sido desviadas em função da agricultura, represas e, também existem aquelas plantações de eucalipto que .. bom, deixa pra lá.

Outro fato deprimente é o rio que corta boa parte da região, ele também teve seus dias de glória e hoje está à mercê de fortes chuvas para manter-se, culpa do assoreamento, que é culpa do desmatamento costeiro, culpa do homem, do sistema, do governo?

Enfim, tudo relativamente simples até eu ler essa matéria, e lembrar disso, relacionar tudo com o aquecimento global e seu efeitos e pirar começar a pensar mais complexamente sobre o tema.

PS.: Espero que o meu curso [recém iniciado] sobre agricultura familiar e sustentabilidade ainda renda muitos posts sobre esse tipo de problema, lógico, no sentido da solução dos mesmos.


sábado, 22 de março de 2008

Reviews



Banquete do Amor (Feast of Love)
Romance/Drama: O amor não marca hora, não avisa quando chega e nem de onde está vindo. Mas sempre acaba causando impactos. O filme demonstra as várias faces do amor: o irresponsável, o desinibido, o traiçoeiro, o duradouro e até o feito entre sexos idêntico. O amor posto à prova, sendo descoberto/revelado e intensificado. Possui bons relatos, ótimas interpretações e um foco original para um filme de romance.
Nota: 3,6


Conduta de Risco (Michael Clayton)
Drama: O advogado Michael Clayton (George Cloney) é viciado em jogos e atividade comercial que não vai muito bem quando sofre um atentado contra a sua vida. Enquanto isso uma empresa de cosméticos U/North não mede esforços, inclusive fabricando produtos considerados cancerígenos, para seguir com seu funcionamento. Pessoas vão sendo mortas, e o envolvimento do advogado com a empresa passa a ser caso de vida ou morte. O filme é muito enrolado e não possui cenas ação, fazendo dele um filme muito cansativo.
Nota: 2,9


Sentença de Morte (Death Sentence)
Ação: Uma família reunida e sonhos planejados. Tudo estava bem, até uma gangue assaltar um posto de gasolina e um novato da gangue matar a sangue frio um dos dois filhos desta família. O sentimento de vingança toma conta do pai (Kevin Bacon) e com as próprias mãos mata o assassino do seu filho, que é irmão do chefão da gangue. A partir daí a guerra é declarada, e cada um utiliza a arma que possuiu. Cenas magníficas de ação aliado a uma ótima interpretação por parte de Kevin Bacon o filme é a dica da semana, uhul!
Nota: 4,0



quinta-feira, 20 de março de 2008

Inovar é preciso, ou: Porque a China nunca deixará de ser um país "em desenvolvimento"

Da série: posts cujo o título é quase maior que o texto.

Já tem um tempo que a economia chinesa é vista como uma aspirante a grande potência mundial, idéia que é reforçada pelos prósperos resultados obtidos, entre eles, um crescimento anual do PIB cercando os 10%. Há quem aposte todas as suas fichas que a China logo superará os EUA e assumirá a posição de maior potência econômica mundial. Eu aposto o contrário, que a China nunca deixará de ser um país "em desenvolvimento", e tentarei convencê-lo disto.

Para se ter uma potência econômica, é necessário mais do que uma indústria de ponta consolidada e uma economia/moeda forte. É preciso inovar, considerado para os desenvolvimentistas como a chave para o desenvolvimento econômico e que é fruto de intensivos investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e em Ciência e Tecnologia (C&T)

Se há algo que a China não faz é inovar. Por inovação entenda-se não apenas a criação de novos produtos mas também o aprimorar os já existentes. E o que a China faz é exatamente o oposto: deteriora -- para poder atender o pobre mercado chinês. Já estão fazendo versões Xing-Ling até de automóveis, o que tem incomodado grandes montadoras como BMW, GM, Ford, etc. que ameaçam processar, não sem razão, vale dizer, a indústria automobilística chinesa de plagiar seus carros. Pelo menos alguns plágios vem com motor elétrico, contribuindo assim para a redução de emissão de CO2 na atmosfera.

Não que a China não tenha investido em P&D e C&T, prova disso é a LeNovo, empresa chinesa que comprou participações da gigante falida IBM e que lançou recentemente um concorrente para o MacBook Air fazendo Jobs guardar o brinquedinho dele no bolso. Mas a LeNovo é uma exceção. Não acredito que a indústria chinesa irá chegar aos níveis de desenvolvimento alcançado pela empresa de computadores. É como querer que o cara que sempre colou na escola para passar de ano, tire 10 em física quântica. Impossível? Não. Improvável.

Por improvável, eu prefiro apostar na genética industrial chinesa de fazer produtos falsificados de baixa qualidade e quase nenhuma inovação.

Mas então, o que explica os bons números da economia chinesa? Ora, a China representa ~1/6 da população mundial. 1/6 que precisa comer, vestir-se, locomover-se, etc. Ademais, dê uma olhada ao seu redor, quantos produtos 'made in china' você encontra? A saber, Nike, BenQ-Siemens, HP, para citar apenas alguns, são, em sua maioria, "made in china" (e quando não o são, são em algum China-like).

Enquanto a China não se voltar para a inovação continuará sendo o chão-de-fábrica das multinacionais de países desenvolvidos, assim como o Brasil é o celeiro do mundo. Não é à toa que ambos estão categorizados sob a mesma "égide": países emergentes ou, "em desenvolvimento". Por consenso, "países do futuro" (!) -- a eterna piada.

//Este é um assunto que pode render artigos científicos interessantes ou até monografias. Basta apenas refinar a revisão bibliográfica e levantar dados. Ênfase em *apenas*. Quem se interessar, let me know! Tenho 300+ Mb em pdfs sobre Economia Industrial e Economia da Tecnlogia que tratam basicamente sobre isso além de um consistente know-how em colegar dados da UNcomtrade e OMC, que talvez sejam úteis. =)

sábado, 15 de março de 2008

Reviews



Capturing Mary
Romance/Drama: Uma casa, festas, alta sociedade e influências. O filme trata-se de um relato de uma senhora já de idade ao entrar em um casarão e se lembrar de quando era uma jovem jornalista que escrevia para um jornal não muito famoso. Dizia não ser possuidora de tamanha fama para estar no meio em que circulava. Um homem misterioso começa a observá-la e tentar conquistá-la. Este é um filme de cenários limitados, assim como os personagens, o que não o prejudica. Bem contextualizadas as cenas atuais com a busca pelo passado.
Nota: 3,6


O Filho do Mal (Joshua)
Suspense: Mas de abertura já digo que é fraco. O nascimento de uma criança confunde a cabeça de seu irmão. A mãe aparenta possuir rejeição a criança. O pai tenta resolver tudo e acaba não fazendo nada. O filme é muito parado e o ator principal – absolutamente nada contra o menino, mas lhe mentiram que ele é ator – não colaborou e também não possui cenas com um bom suspense, surpreende sim no “final”, mas ficou devendo e muito.
Nota: 2,6
Ps: os dois filmes, a bem da verdade, acho que não foram concluídos, ou seja, faltou final a ambos, mas paciência.

sexta-feira, 14 de março de 2008

TPM

Vem chegando o inverno e uma coisa está me preocupando, a TPM. Normalmente vocês pensariam, vixi o cara está enrrascado, a mãe ou a namorada estão .. enfim.

Como todos sabem a testosterona “é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das características masculinas normais, sendo também importante para a função sexual normal e o desempenho sexual.” (wiki)

Então, homens, temos os seguintes problemas:

Já verificado em carneiros [camone, são quase homens] quando no inverno, o nível de testosterona desses animais cai mais de 90% e, como resultado, eles ficam agressivos, irritados, confusos e extremamente emotivos, mais ou menos os sintomas da .. [sim já deu para perceber] TPM! Homens com TPM!

E de modo mais duradouro [procure tratamento se você está assim] temos a “síndrome de irritação masculina” que seria a menopausa masculina, igualmente causada por uma queda no nível de testosterona. Normalmente confundido com estresse “a pessoa tem uma perda de pique, não tem vontade fazer nada; tem perda de força muscular, ou seja, se cansa mais rápido com o ‘exercício’ – ‘grifo meu’ – tem irritabilidade, alteração no humor, distúrbios de sono. Na maioria das vezes, excesso de sono. O sujeito janta e dorme em seguida”, ou seja, uma nhaca de gente.

Pouca gente sabe/entende (?) é que os homens assim como as mulheres podem sofrer de uma espécie de TPM, transformando-se assim [também] em seres totalmente descontrolados, agressivos e sem excitação .. Descobri tudo isso no google claro, mas a razão desse post foi a remota lembrança do livro - Porque os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor? - Onde esses temas são explicados de uma maneira bem superficial e sob um prisma limitado. Leitura de passa-tempo.

Na verdade a falta de pesquisas sobre o tema torna tudo isso uma bela piada, com potencial para virar tema de um late show (emoction de medo) e não vale a pena esperar para rir por último, pode rir agora.

Ps.: O AdSense vai apelar?

Ps2.: O boo-box está fazendo falta.

Ps3.: Não é a hora de um post ambientalmente correto.

Ps4.: Não é nada disso que vocês estão pensando.

Não acredita? Leia aqui.



quarta-feira, 12 de março de 2008

#35

O crescimento médio da economia brasileira de 3,8% nos últimos cinco do governo Lula coloca o Brasil em 35º lugar em desempenho, em um grupo de 39 países emergentes.


| Via Estadão

Apple fanboys, torçam para que Bill Gates seja brasileiro na próxima vida

Harder to explain than why Brazil's entrepreneurs are as they are is why they exist at all.
(The Economist sobre empresários brasileiros em relação a carga tributária)

Não é mistério para ninguém que não sou muito adepto às idéias liberais. Acho que o Governo representa um papel importante na economia suprindo as necessidades do mercado quando a mão invisível não aparece.

Também não é mistério para ninguém que a carga tributária brasileira é absurdamente abusiva, embora, a meu ver, o problema maior não é o tamanho da carga tributária, mas sim o mau uso desta, como demonstrado neste post sobre os países com as maiores cargas tributárias do mundo. (Talvez seja necessário eu deixar claro que, embora não simpatizante das idéias liberais, não defendo a atual carga tributária)

Seja como for, a The Economist dessa semana (veiculada a partir de quinta-feira passada 06.03) traz uma matéria enaltecendo os empresário brasileiros que conseguem sobreviver em meio a tamanho caos, de cargas tributárias abusivas e processos burocráticos que levam meses.

Que o Brasil precisa de uma reforma tributária e política urgentemente todos sabem, quiçá o maior clichê político de todos os tempos. O que por vezes temos medo de enxergar é que ainda não há nada nesse sentido sendo tramitado pelos corredores de Brasília. A maior lástima. E não é difícil de enxergar que isso é ruim para os empresários, que contratam menos, que é ruim para a economia e que, por fim, é ruim para o Brasil como um todo.

Enquanto isso, (não só o empresariado, mas todos) continuamos sustentando com nossos impostos uma máquina estatal sucateada que não consegue resolver seus próprios problemas, quem dirá do país. A solução? Explode tudo e começa de novo. Encontre-a, convença todos que a sua idéia é boa e torne-se o salvador da pátria.

Finalizo com a frase do economista Eduardo Gianetti da Fonseca que, juntamente com a epígrafe do post, encerra a reportagem da revista:

“If Bill Gates had started Microsoft in a garage in Brazil, it would still be in the garage.”

| Via The Economist

terça-feira, 11 de março de 2008

Bombing contra veja.

Está rolando na blogosfera um manifesto contra a Veja, que aliás, muito merecido. Todos sabem que imparcialidade não é uma das características deste blog, até porque ele é um blog! Assim sendo, compadecemo-nos da idéia e contribuiremos fazendo a nossa parte.

A história é a seguinte: Luis Nassif, economista e blogueiro, descontente com o que a Veja lhe aprontara, resolveu soltar o verbo e disse que tudo o que sabia sobre os podres da Veja. O problema é que ele resolveu fazer isso numa Google Page escondido a sete chaves lá no fundo do oceano.

E aí entra o manifesto bloguístico: tornar isso público para que todos saibam a verdade sobre a Veja. Para isso, utilizaremos nosso velho conhecido google bombing. Funciona assim, toda vez que utilizar a palavra "Veja", linka lá para a página que o Nassif escreveu. Vou repetir, toda vez que escrever "Veja" linka para a página do Nassif.

Dessa forma, os robôs de pesquisa do google, também conhecidos como googlebot, entenderá que "Veja" é a página que o Nassif escreveu (ou algo extremamente relacionado a) e quando um cidadão de bem for procurar por Veja no Google, os googlebots se encarregarão de posicionar melhor a tão escondida página do Nassif, aumentando a possibilidade do nosso cidadão de bem descobrir as verdades sobre a Veja.

Simples, toda vez que usar a palavra Veja linka para a página do Nassif

Essa é uma iniciativa do Bender, mas vários blogs já aderiram ao movimento. Adira você você também! E ajude o Brasil a descobrir as verdades sobre a Veja.


// Esse é um dual post, ou seja, salvo algumas alterações, você o encontra aqui e lá no meu outro blog -- agora pessoal: Luis H. Penha (sim, isso também é um bombing, para quando alguém pesquisar meu nome lá no google, apareça meu blog (pessoal) e não meu profile no camiseteria).

sábado, 8 de março de 2008

Reviews



Na Natureza Selvagem (Into the wild)
Drama/Aventura: Um jovem estudante se forma no colegial e tem de decidir que rumo dar a sua vida. Seus pais tentam lhe impor uma vida que não corresponde com suas expectativas e o jovem acaba fugindo de casa sem rota a seguir, mas com o destino confirmado, o Alasca. O filme demonstra toda sua trajetória e as histórias vividas por ele, o que o torna muito dinâmico e instigado, cenários abertos e uma demonstração de luta pela sobrevivência.
Nota: 3,8


30 Dias de Noite (30 Days of Night)
Suspense: Em um vilarejo ao norte dos Estados Unidos e muito distante da civilização, ocorre todo ano na chegada do inverno 30 dias seguidos de plena escuridão. A partir daí surgem mutantes, ou seres comedores de pessoas, ou algo do gênero que objetiva acabar os humanos e demonstrar toda sua força. Isto quer dizer, mais um daqueles filmes onde o sheriff tem que ser o machão da trama, não só para salvar a vila, mas também para ganhar o coração da mocinha, que lindo! Pra suspense foi fraco.
Nota: 2,7

terça-feira, 4 de março de 2008

Le Nouveaux News #7

O primeiro boletim de notícias do ano não traz novidades muito radicais aqui no blog, que aliás, tem passado ultimamente por uma turbulência jamais vista, mas tudo está voltando ao normal, não se preocupe.

Como vocês devem ter reparado, a frequência de posts por aqui reduziu drasticamente, mas não encaramos isso como algo ruim, pelo contrário, como uma passo dado buscando o aprimoramento ao procurar publicar apenas posts com conteúdo que agregue conhecimento, procurando cultivar, dessa forma, uma comunidade de leitores intelectualmente ativa, e que, de certa forma, contribuam para o crescimento cultural de todos, inclusive do blog.

Procuraremos manter o foco em questões que envolva economia nas suas mais diversas formas, variando de mercado de capitais, políticas econômicas a até economia da ecologia, e opinando de vez em quando em alguns 'off topic' como tendências, marketing e estratégia.

Aos finais de semana, a programação continua a mesma. Reviews de filmes aos sábados e vídeos (virais ou não) aos domingos. Só falta o Neitor voltar das férias.

Vale lembrar que o Serviço de Atendimento ao Leitor continua positivo e operante 24/7. Críticas, sugestões, comentários, dicas, feedbacks são sempre bem-vindos!

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Aproveitando o ensejo, gostaria de anunciar por aqui meu novo blog -- agora pessoal: éle.agá | weblog. Dá uma passadinha lá! Aproveita e assina o feed, é grátis!
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sábado, 1 de março de 2008

Reviews


Maldita Sorte (Good Luck Chuck)
Comédia Romântica: Objeto e amuleto sexual. Este é o prazer/carma que recebe um jovenzinho em uma brincadeira inocente. Porém na sua vida adulta o feitiço vira realidade, ele percebe que ao transar com qualquer mulher, ela encontraria o homem da sua vida naquele que fosse o próximo encontro. O único problema foi se apaixonar, e saber que poderia perder o amor de sua vida, well well. Para aqueles que gostam de filme pornô é uma boa dica.. brincadeirinha! Mas o kama sutra foi bem explorado no filme, até que é um filme engraçado, aliás.. dependendo da companhia pode se dar muitas risadas!
Nota: 3,4



Medo da Verdade (Gone Baby Gone)
Policial: A trama envolve o desaparecimento de uma criança. Toda a polícia é posta à procura e imprensa acompanha fazendo a cobertura. Até o momento de um jovem detetive, que durante o filme será discriminado e ameaçador, e sua namorada fazerem parte das investigações. Dois investigadores da polícia acompanham o detetive em busca da solução do caso. Entre drogas e mother fuckers, o filme possui um ótimo enredo e conta com Morgan Freeman em seu elenco. Ótimo final e ele passa uma boa mensagem.
Nota: 4,1

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

A ascensão da FIAT

Ao ver a propaganda do Novo Stilo, algo me chamou a atenção: o câmbio. Assisti duas vezes para ter certeza de que não vi errado: o Novo Stilo vem equipado com câmbio sequêncial semi-automático e lindas butterflies¹ atrás do volante.

Todo apaixonado por carro (eu!) sonha em um dia ter um carro com câmbio butterfly, um tipo de câmbio presente em supercarros como, para citar apenas um nome: Ferraris. Sabendo que isso é um sonho, a maioria, digo, os menos afortunados, contentam-se com um sequêncial semi-automático, câmbio utilizado nos carros da Stock Car.

Mas este não é um post sobre carros, muito menos sobre suas especificações técnicas. Ou pelo menos não era para ser.

O que quero mostrar é a ascensão da FIAT em posicionamento da marca. A FIAT, que alguns anos era vista com uma empresa de carros baratos e de péssima qualidade (e. g. Fiat 147, Família Uno, entre outros), hoje, pode-se arriscar dizer, que tem os carros mais desenvolvidos tecnologicamente do mercado.

Além do Novo Stilo como novidades de encher os olhos qualquer apaixonado por carro, lançou em Agosto passado o Punto, o primeiro carro no Brasil a rodar Windows Mobile, com direito a Bluetooth, Blue&ME (lê -- em voz alta -- suas mensagens SMS) além de outras tecnologias que agradam a qualquer geek.

Há ainda muitos céticos sobre a qualidade da FIAT, mas penso que isso é uma questão de tempo, até porque não se reposiciona uma marca da noite para o dia (às vezes, nem no sentido oposto!).

O certo é que a FIAT está caminhando a passos firmes. Inúmeros cases sobre a empresa italiana estão sendo estudados em Escolas de Administração, o que de certa forma, reflete o compromisso da empresa em mudar seu legado. Não consegui dados sobre o market share da FIAT, mas não me espantaria se soubesse que tem aumentado sua participação principalmente nas classes A e B.

No entanto, nem tudo é um mar de rosas. Algumas atitudes da FIAT, a meu ver, podem colocar em xeque os avanços alcançados. Um deles é a desenfreada mudança de logotipos. Em menos de seis anos, foi trocado duas vezes. A primeira, mais do que justificável, diga-se de passagem, visto a necessidade de dar uma nova cara à marca. No entanto, a segunda talvez fosse desnecessária, levando-se em conta a preocupação com a consolidação da marca.

Aliás, o que eu mudaria, é o slogan: "Movidos pela paixão". Penso que poderia se incorporar algo relacionado a "moderno" e "inovador" aí. Mas este é apenas meu ponto de vista.

Voltando ao Novo Stilo, o que não agradou meus olhos foi o novo layout, digo, design. Façamos assim: me vê o modelo antigo com um câmbio novo, por obséquio.


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¹ Eu sempre achei interessante a sonoridade de "butterfly". Aí os caras vão e traduzem para "câmbio borboleta". Perde toda a graça.
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Eficiência por favor

Quando estava fazendo a monografia de conclusão do curso (sim, quase um ano atrás) me deparei com uma tabela bem importante, ela mostrava o Japão como país mais eficiente no uso da energia e ficou lá pela página .. não, na verdade ela não foi publicada, ficou no curiosidades.doc mesmo, mas relacionava a energia/PIB de países industrializados.

Energia/PIB – indicador de intensidade energética - o indicador energia/PIB é denominado intensidade energética do PIB.

E a belíssima explicação, não publicada também:

Os indicadores de intensidade energética permitem a realização de macro-análises sobre a utilização da energia nos diversos setores da economia e sociedade ou, até mesmo, de toda a nação. Para tanto, relacionam variáveis energéticas, sociais e econômicas. Permitem também o traçado da evolução do uso da energia ao longo dos anos bem como a elaboração de perspectivas e tendências do mercado de energia, demanda e suprimento para os anos futuros.

Um bom exemplo é dado pelo Japão que, com a integração de políticas tecnológicas, energéticas e ambientais, conseguiu atingir um dos níveis de intensidade energética mais baixos entre os países da OECD (Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Isso permitiu também a redução das emissões de poluentes atmosféricos associadas à utilização da energia ao mesmo tempo em que foi mantida uma taxa de crescimento econômico elevada.

Afinal, o uso eficiente de qualquer coisa em qualquer lugar já devia ter sido elevado ao patamar de indispensável em tempos modernos. Mas enquanto isso não acontece é com aplausos que se constroem mais e mais usinas termoelétricas movidas a carvão [argh] Brasil afora, perpetuando burramente o decadente sistema energético centralizado.

Percebam que mesmo usinas hidrelétricas fazem parte desse sistema, embora com menos desvantagens, e a nossa tão querida água, tão abundante, já dá sinais claros [se você não viu, eu vi] de escassez.

Aliás, não percam as homenagens do blog ao centenário da imigração japonesa no Brasil:

Imigração japonesa 1

Imigração japonesa 2

Bom, voltando .. sem demora veremos todas as atenções voltadas ao uso [pode ser ao mau uso] da água, esse precioso bem, que, se não está sumindo [pois tudo se transforma] está escasseando. Problemas à vista.

Este post deveria falar sobre a água, mas as coisas que eu vi são histórias para o próximo.


sábado, 23 de fevereiro de 2008

Reviews


Desejo e Reparação (Atonement)
Drama/Romance: o filme retrata a vida de uma família Inglesa vivenciada na década de 30, onde uma jovem se apaixona pelo ajudante e amigo da família. Tudo estava no caminho da felicidade até uma falsa acusação, advinda da irmã da jovem, sobre o rapaz, destruir com o romance e fazer com que suas vidas tomassem rumos opostos. A partir daí o drama se estabelece. Mesmo não sendo um grande adorador de romance, achei este filme muito bom, pois conseguiu contextualizar a época de conflitos entre França e Inglaterra na trama, aliado ao romance do casal e ao drama da irmã.
Nota: 4,2 (Daria 4,0; mas pela indicação ao Óscar de melhor filme ganha um bônus de 0,2.)





O Suspeito (Rendition)
Ação: entra em cena o famoso conflito político/religioso entre EUA e o povo mulçumano. Um ataque terrorista, envolvendo uma bomba, acontece em uma praça, dezenas de mortos e feridos, entre eles um norte americano. Logo surge o responsável pelo ato, porém seguem as investigações, encarcerando e torturando um suposto cúmplice, para obter informações sobre o ataque. O filme conta com um elenco grande e disperso, resultando em compreensão lenta do longa. Apresenta uma ótima crítica ao sistema adotado pelos EUA para “solucionar” a guerra contra o terrorismo, sobrepondo-se sobre valores éticos e humanos.
Nota: 3,7

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

A trilogia Blue-Ray


Apesar da vitória, a Sony não tem motivos para descansar. Com o avanço da banda larga e computadores mais potentes, seu próximo rival será a internet. Os especialistas afirmam que a concorrência, agora, é com os downloads de vídeos direto da rede.

(Matéria na Exame sobre a vitória do Blue-Ray)


Que o Blue-Ray¹ iria vencer a batalha contra o HD-DVD não é novidade para ninguém (nem para o pessoal da Semp Toshiba, creio eu)². Mas esta era apenas a primeira batalha.

Já li por aí, não me lembro onde, que a segunda batalha que o Blue-Ray (doravante BR) irá enfrentar é contra a pirataria. Não creio. Recursos digitais e tecnológicos para deter isso não faltam. Já reparou que aproximadamente 10% da contra-capa dos álbuns atuais é reservado para selos que comprovem a integridade e a não-violação dos direitos autorais da obra?!

Não quero (res)sucitar aqui uma discussão sobre DRM. Assunto já debatido exaustivamente internet a fora. Apenas me refiro a terceira e, valendo-me da analogia, mais sangrenta batalha que o BR irá enfretar: BR vs. Donwload Legal. Na verdade, não é só o BR que enfrentará essa batalha, mas todas as mídias físicas em geral, mas tomemos o BR como exemplificação.

Engraçado que esses dias estava eu conversando com pai sobre como era a música na "época" dele e, inevitavelmente a conversa desembocou em um discussão sobre a evolução do "comportamento musical". Meu pai, um cara longe de ser considerado "digital", tudo que ele sabe fazer com computador é abrir e-mail, baixar músicas e googlear, disse sem titubear que as mídias físicas estavam com os dias contados. Eu hesitei.

Qual não foi minha surpresa, Rodrigo Prior, parceiro para discutir tendências, compartilha da mesma opinião que a dele. Ainda um pouco mais radical, disse que o BR é um projeto 'nati-morto'.

Eu contra-ataco dizendo que há mais em um CD, DVD ou BR que apenas músicas, filmes ou jogos. Há toda uma produção e desenvolvimento por trás, que, ao se baixar apenas o conteúdo, perde-se quase que por completo.

Mas essa é um discussão ainda recente, pelo menos por aqui, em terras tupiniquins, até porque não há ainda um serviço decente de vendas online. Já viu algum? Lembre-se, eu disse decente.

Nesse sentido, em terras desenvolvidas, pode-se dizer que a Apple saiu na frente. A tão badalada MacWorld '08 e seu fiasco MacBook Air, na verdade deu os primeiros passos para a consolidação de uma nova tendência, que qualquer míope é capaz de visualizar. Uma Time Capsule (aka data center) que faz o back-up (por que não: 'conecta'?) via air (aka WiFi) todos os computadores de uma casa. Dessa forma, você pode acessar seus dados/documentos de qualquer computador. A TV será apenas mais um periférico deste data center capaz de reproduzir, navegar e até mesmo comprar/alugar filmes. Lembrando que já é possível alugar filmes através da Apple TV. De alugar para vender é apenas uma questão de conceito.

Visto por este prisma, pode ser dada como certa, ao final da trilogia, a derrota do BR. Mas até lá tem muito filme ainda. Há os extremistas radicais que não abrem mão da mídia (eu! ao menos por enquanto) e os próprios fabricantes das mídias que não abandonarão o campo de batalha tão cedo.

A meu ver, os grandes generais desta batalhas são os produtores e diretores, que de um lado (da mídia) se preocuparão em desenvolver produtos que agucem o desejo de compra por parte dos consumidores (e.g. lembram do álbum da trilha sonora de "Os Simpsons - o filme"?) e do outro (do lado do donwload legal), procurarão mostrar que a praticidade e o baixo custo da mídia totalmente digital supera qualquer mania consumista.

Na verdade, o tema em questão nada mais é que uma mudança de paradigma. E das grandes! E todos bem sabem que mudanças de paradigmas, assim como grandes batalhas, não acontecem da noite para o dia. É um processo que se dá paulatinamente (eu sempre quis dizer isso).

Em uma sociedade cada vez mais digital e on line, a única certeza que podemos ter é que essa trilogia é apenas uma de muitas outras que virão. Enquanto houver capitalismo, haverá inovação, e com ela, mudanças de paradigmas. Mas isso Schumpeter já dizia lá nos idos anos 1950 -- porque afinal, este é um blog de economistas.

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¹ Não me diga que você ainda não sabe o que é Blue-Ray?! Em duas palavras, Blue-Ray é aquele que vai, agora oficialmente, substituir o DVD, mas a wikipédia explica melhor.
² Depois que se lê livros sobre Estratégia Empresarial, atitudes aparentemente absurdas se tornam simplesmente lógicas.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Reviews

Reviews está de volta e com algumas mudanças:
A partir de agora não será feito apenas em review por semana, mas sim review de todos os filmes assistidos durante a semana que se passou, ou seja, não terá um número fixo de reviews. Devido ao número maior de reviews, a sua estrutura será sucinta, com breves comentários, o que se sobressai no filme e uma nota (0 a 5), lembrando, intimamente pessoal.



Os Dez (The Ten)
Comédia: O filme retrata uma sátira sobre os dez mandamentos religiosos. Para cada mandamento é retratado um curta, contendo como assunto principal cada um dos dez mandamentos, onde os mesmo atores se revezam para interpretar personagens diferentes para cada mandamento. O filme apresenta histórias fracas, pouquíssima irreverência e raros momentos de risos, o que é compromete em muito um filme de comédia. Logo não assistem.
Nota: 2,3







Eu sou a Lenda (I am the legend)
Ficção: É mais um daqueles filmes onde os Estados Unidos, opa.. digo a Terra é atacada por uma virose incurável, disseminando com toda a humanidade, ou quase toda ela, poupando apenas o dr. Robert Neville, interpretado por Will Smith, que passa a ter uma vida solitária com seu cachorro, contra o que se transformaram os seres humanos. O filme contém cenas fabulosas da cidade de Nova York largada as traças, ótimos efeitos, ótima fotografia, porém enredo nada original.
Nota: 4,1





O Invisível (The Invisible)
Drama: O tema central do longa, baseia-se no provável assassinato de um rapaz, por uma jovem, que estuda na mesma faculdade do vitimado. Ela começa a ser perseguida pela polícia e ele, estando a beira da morte passa a segui-la (sob a forma espiritual), pois ela é a única que sabe do seu real paradeiro e pode juntamente com a polícia salvar sua vida. O filme foca, por se tratar de um drama, na relação entre pais e filhos, o que foi bem trabalhado, possui cenários abertos e enredo criativo, porém forçado.
Nota: 3,9

Lost posts e a volta daqueles que não foram.


E eu que escrevi alguns meio posts no lugar errado, o cérebro. Perdi mesmo, se foram junto com aqueles neurônios que a cerveja queimou durante o carnaval. Mentira, o carnaval já acabou e eu continuo sem escrever nada. Nada de nada.

As janelinhas de aviso das minhas assinaturas de newsletters não param, acumulam no e-mail assim como os feeds não lidos, e o #cparty está bombando lá no twitter.

Ok estou perdido, naufraguei em uma ilha imaginária [melhor dizer assim] e só recebo mais informações das mesmas coisas na maioria do tempo e, dentre asneiras e pesquisas britânicas o que tem me chamado atenção, são os rumos da globalização. Que coisa.

Reparem, sempre que enfrentamos alguma crise volta à tona o protecionismo e todos aqueles nervosismos tradicionais, modo já manjado de tapar o sol com a peneira e, com estas crises recentes, as dificuldades de equalização das economias em torno de objetivos, digamos, menos egoístas, tem se explicitado.

[Re]surge então com força a idéia de que problemas que são reconhecidos como globais, devem ser tratados globalmente, nada mais justo, visto que as decisões unilaterais dos países são posições fracas e tendem ao esquecimento quando assim for conveniente. Em determinadas ocasiões, uma supervisão não vai nada mal.

Um pouco mais implícita [ainda] é a importância que tem se dado às organizações supranacionais, estas a meu ver, poderiam/deveriam atuar como uma espécie de paradigma, e esse seria um passo fundamental na bela trajetória da globalização. Está demorando.

Visto isso, uma idéia que chega em boa hora é a criação da - Agência Mundial de Meio Ambiente - para regular as comercializações de carbono, pois nesse mercado já começam a surgir os primeiros grandes problemas, que já não são solucionados nas grandes reuniões esporádicas. É preciso mais ênfase, discussões isentas, permanentes e com poder de persuasão – vai aí uma organização supranacional?

Sem links assim mesmo. Desculpem, é tudo verdade.